Mário Batalha

Mário Batalha iniciou a sua aprendizagem musical na Filarmónica Cultural da Ericeira. Realizou o curso básico de clarinete na Escola de Música Luís António Maldonado Rodrigues, em Torres Vedras, e o curso complementar no Conservatório de Música D. Dinis, em Odivelas.
No ano de 1999 foi-lhe atribuído o 2o Prémio da Classe II pela Autarquia de Odivelas.
No ano letivo 2004/05 concluiu a licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa, integrando as classes dos professores Nuno Inácio, Manuel Jerónimo, Francisco Ribeiro e Olga Prats. Apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica da ESML, sob direção do maestro Vasco Pearce de Azevedo.

Foi membro da Orquestra de Clarinetes de Almada e da Orquestra Sinfónica Juvenil. Participou em inúmeros estágios de orquestra, entre os quais se destacam o estágio da Orquestra Portuguesa das Escolas de Música 7- Orquestra 2000, Orchestre D’Harmonie des Jeunes de L’Union Européenne (Jan Cober – 2000 e 2001) e o I Estágio Nacional da Orquestra Sinfónica Académica Metropolitana (Michael Zilm – 2005).
Frequentou masterclasses com Philippe Cuper, Jonathan Cohler, António Saiote, Hakan Rosengren, Paul Meyer, Antony Pay, Nuno Silva, Fabrizio Meloni, Lorenzo Coppola e Alain Damiens.

Além da AMAC, Mário Batalha é também professor de clarinete e música de câmara no Colégio Valsassina, na Escola de Música do Colégio Pedro Arrupe, no Conservatório de Música de Mafra e na Academia de Música de Óbidos.
Desenvolve algumas iniciativas interdisciplinares que promovem a partilha e o crescimento harmonioso, nomeadamente o ciclo “Sarau Musical” e o ciclo “Clarinet Summer Camp”, que já contam com várias edições.